segunda-feira, 27 de maio de 2013

Que assim seja!...

Que assim seja!... Que me importa o que pensem, Ou falem, se estou certa ou errada? Quero viver e fazer acontecer, assim, Meio louca, meio santa, desgovernada... Dizer sim e não... meter os pés pelas mãos. Colorir estrelas, enfiar-me numa roubada... Não dormir de noite, chorar até de madrugada... Falar abobrinha e morrer de gargalhada... Meu preço pra chorar com você, Sinto muito, será sempre muito caro... Para fazê-lo sorrir loucamente, nada custa... Basta olhar para mim, meu caro. Vivo do que faço acontecer... luto... Brigo, maldigo, me enrolo e atrapalho.. Dos erros, desacertos, vontades, sei eu... Não sou cobaia, marionete, espantalho... Não siga meus passos, posso mudar de rumo. Mandar as favas os hipócritas do mundo. Sou poeta e todo poeta é santo e vagabundo... Sou ouro e prata, detesto o peso do chumbo. Amo e amando sigo... viajo e vago... Tristezas, desfolho, desafogo... exorcizo... Alegrias espalho... somo, multiplico... Odeio fila... mentiroso e muito juízo... Quem sou de verdade? Verdade... verdade... verdade? Nunca vi essa fulana, ainda não sei... Sou um misto de anjo, carnaval e cinzas... O ranço do veneno que encontrei... Que me importa que pensem, Ou falem, se estou certa ou errada? Quero viver e fazer acontecer... assim, Meio louca, meio santa, desgovernada... A vida passa, corre, voa velozmente, Crispa, chispa e vai para o espaço.. Quero cantar, amar, esquecer, viver... Fazer do destino um perfeito palhaço!

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