quinta-feira, 3 de abril de 2014


 
Depois...Só o Silêncio
 

O que eu quero?
Quero palavras de amor,
Jardim em flor, carinho com calor,
Seu riso solto, seu jeito maroto.
 Quero beijo molhado, torrada,
Café da manhã a seu lado.
Quero deitar na rede, comer pão de queijo,
Namorar de mãos dadas no portão.
 Quero dormir de conchinha,
Fazer amor a noitinha.
Quero sol, quero colo,
Correr na chuva, dançar ao luar.
 
Quero aquela canção, com você ao violão.
Quero noite com estrelas, a lua se mostrando inteira.

Testemunha do nosso amor.
Quero seus beijos, afago no cabelo.
Massagem nas costas.
 
Quero sussurros de amor ao meu ouvido.
Quero seu toque, seu abraço, um amasso.
Quero promessas e a sua mão.
Ser embalada no meu sono
.
 
Ouvir histórias.
Pedir explicação do óbvio só para ver sua reação.

Quero jantar no chão.
Comer arroz com feijão e te lambuzar
Com o molho do macarrão.
 Rir da sua cara quando fica azedo.
Quero seu amor e seu perdão.
Quero ser aquecida e a promessa de jamais ser esquecida.
Mas quero tudo agora...em vida
Depois...só o silêncio.
 

Meu Amor te Chama
Tempestades de tristezas
Assolam minha mente...
Mergulho em pesadelos,
A vida é cruel imprevisível,
Na escuridão que nos impõe o destino.

Seu amor permanece em minha vida,
Meu coração perdido no peito
Tento adormecer as lembranças
Inútil querer adormecer o amor

De tudo que fomos e vivemos
Só restou a tristeza profunda
A dor do não mais ser
Os dias de sol ficaram turvos
Das noites, só a insônia restou

Viajo meus sonhos para longe
Perco em pensamentos na multidão
De horizontes inexistentes
Olho a minha volta, busco seu rosto
Mas sei que estou sozinha.

A cada céu estrelado procuro por você,
É impossível esquecer o nosso amor!
Procuro por você e me deparo
Com o corredor longo da saudade.
E meu amor te chama
 

 
Não Importa

Sou dor, tristeza, saudade
Mas também sou amor, alegria e amizade
Vivo hoje, a angústia da espera.
Na incerteza do amanhã
Não fico a deriva!
Sigo...
Sigo tonta, a procura do Ontem
Sem rumo, sem prumo
Sigo e pronto
Não importa o tombo
Levanto
Não paro, vou a luta
Se lutei e perdi
E daí?
Não acabou, só começou
Não vou desistir
Sinto o vazio a minha volta
Mas não importa?
Se estou viva ou estou morta
Só quero encontrar uma porta e abrir
Deixar minha dor.
 Toda saudade e seguir
Estou pronta para seguir e todas as portas, sei que vou abrir