Ninguém poderá se importar com minha dor!
Ninguém será capaz de consolar meu desamor!
Ninguém virá ao meu encontro em busca de amor!
Ninguém entenderá meu pranto derramado sem pudor!
Ninguém poderá violar meu sentimento tão secreto!
Ninguém consolará minhas noites frias e vazias!
Ninguém chorará meu pranto, nem mesmo entenderá meu canto!
Ninguém enxugará à lágrima que cai solitária em minha face!
Gota por gota molharão meu rosto desnudo!
Ninguém me dirá uma palavra sequer, para aplacar meu pranto!
Ninguém partilha dores!
Apenas alegrias!
Ao meu amor direi meus versos mansos, mas sequer lhe tocarão os sentimentos tão frios e vazios!
O amor que tive e cultivei com tanta guarra e valentia, que brotou-se em mil pedaços!
Eu insensata, tentei recompor caco por caco, já tão despedaçados pelo chão!
Na ilusão de conseguir colar cada pedaço, deixei de perceber que o amor já tão destruído e combatido se encontrará, pobre empreiteira!
Ninguém consegue consolar um coração amarrotado e muito castigado, porque amor errado na hora errada!
Ninguém consegue perceber a dor, ninguém!
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